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Fátima – Portugal: uma inesquecível experiência!

Quando liguei, do Paraná, para meus primos Cleonice e Naréssi, de Indaiatuba, não imaginava que dali sairia um forte estímulo para a viagem com um maravilhoso grupo de pessoas, do qual faziam parte os padres Carlos Nascimento e Marcelo Previatelli, respectivamente das paróquias Sant´Ana, de Sumaré, e Nossa Senhora da Candelária, de Indaiatuba. Essa viagem, promovida numa parceria entre a operadora de viagens Marsans e a CNS Peregrinações, para Portugal, inclusive a Fátima.

Eu já conhecia um pouco sobre Nossa Senhora de Fátima, especialmente sobre sua aparição para os três pastorinhos – Francisco, Jacinta e Lúcia -, em 1917. Sabia também que Nossa Senhora de Fátima é especialmente marcada pelo agradecimento que o Papa João Paulo II foi lhe fazer, em 1982, por ter escapado com vida do atentado que sofreu, em Roma, um ano antes. E que, em outubro de 2000, com a imagem de Nossa Senhora de Fátima presente no Vaticano, o mesmo Papa consagrou o novo milênio à Santíssima Virgem, rogando proteção para que no cotidiano da humanidade as trevas nunca pudessem se colocar acima da luz.

No que diz respeito ao nosso cotidiano, embora vivendo em comunidade, somos seres distintos uns dos outros, nos papéis que desempenhamos na família, no trabalho, no grupo em que vivemos. Também temos diferentes formas de agir em relação aos nossos semelhantes conforme a vontade de Deus, de fazer jus às bênçãos divinas e de identificar, na particularidade de nossas vidas, a intercessão da Senhora de Fátima, por nós, junto ao Pai Celestial.

Sabemos também que aparições como aquelas vividas pelos três pastorinhos são fatos excepcionais; no entanto, não podemos deixar de considerar que a luz divina penetra em nossos corações muitas vezes, iluminando nosso caminho em momentos nos quais estejamos nos sentindo sem rumo, sem horizonte.

Assim, entendo que a sabedoria do entendimento nos leva a pensar que existem várias formas de Nossa Senhora e de Jesus se manifestarem para nós. Muitas vezes, nas situações e nos locais menos formais e em princípio menos consagrados e menos adequados para tal a presença, o Altíssimo se revela a nós para iluminar nossas decisões e/ou para nos pedir que protejamos nosso semelhante.

Essa viagem me proporcionou uma experiência muito interessante nesse sentido. Eu não pude participar da Procissão das Velas, porque não estava me sentindo bem, o que me deixou muito chateada comigo mesma e até mesmo envergonhada perante os amigos de viagem. No entanto, eles demonstraram compreender meus motivos e consegui me sentir co-participante da procissão, pois suas falas me remetiam ao cenário que eles tão bem descreviam.

A compreensão dos companheiros de viagem e o carinho com que me fizeram compensar a falta física por uma participação até certo ponto virtual no que eles me contavam, me fez estar espiritualmente presente na procissão. Valeu! Mas valeu muito!

Por Divanir Eulália Naréssi Munhoz – 
Grupo de 19 a 29 de setembro de 2009 com os Padres Carlos e Marcelo