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Catedral Viagens

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valor do câmbio (15/08/2018) - Dólar R$4,10 | Euro €4,64

Esgotado! Roteiro de Istambul & Terra Santa com o Pe. Amaro Aparecido Avelino

Roteiro de Istambul & Terra Santa com o Pe. Amaro Aparecido Avelino

Valor do Roteiro

Entrada de R$ 2.030 + 9 x de R$ 2.030 (no cartão ou cheque) Garanta já a sua Reserva!

Valor por pessoa em quarto duplo. Para quarto individual suplemento de R$ 4.219. Passageiros a partir de 70 anos: adicional de R$ 169 referente Seguro Viagem.

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DIREÇÃO ESPIRITUAL DESTE ROTEIRO

DIREÇÃO ESPIRITUAL DESTE ROTEIRO

Pe. Amaro Aparecido Avelino

Padre Amaro Aparecido Avelino nasceu dia 01/06/57, foi ordenado em 25/01/87.
Pároco na Paróquia Sagrado Coração de Jesus na cidade de São Paulo /SP - Diocese: Santo Amaro

LUGARES QUE VISITAREMOS

Istambul

Às margens do estreito de Bósforo, que separa a Europa da Ásia, Istambul tem um pé no oriente e outro no ocidente – literalmente. A sua posição geográfica diz muito sobre a cidade. De um lado, o chamado às orações que emana das mesquitas e as mulheres cobertas com véus garantem o exotismo que se espera da maior cidade da Turquia. Do outro, uma metrópole moderna habitada por 13 milhões de pessoas, numa nação islâmica progressista e cada vez mais alinhada à União Europeia (ainda que as vertentes mais conservadoras da cidade estejam sempre militando pelo caminho oposto). Em 2010, Istambul foi uma das três capitais europeias da cultura. Para a ocasião, tratou de deixar impecáveis os seus principais cartões postais, aguçando ainda mais a sua veia turística. Algumas das mesquitas mais belas do mundo, palácios suntuosos e monumentos históricos bizantinos fazem parte do seu cardápio de atrações. Mas o lado moderno e mundano da cidade, onde come-se muito bem e a noite pulsa com uma força surpreendente, também merece a sua atenção. Fundada como colônia grega sob o nome de Bizâncio, no século 7 a.C., a cidade floresceu com as rotas mercantis que se cruzavam na região, vindas da Ásia, do Mediterrâneo e do Mar Negro. Por ali passavam vinho, mel, azeite e grãos e uma importante cultura comercial começaria a florescer no entorno. Conquistada pelos romanos, séculos mais tarde, sob o comando de Constantino, a capital seria transferida para lá e passaria a ser conhecida como Constantinopla. Por centenas de anos a cidade seria a mais rica e poderosa de toda a cristandade e, sob o a bandeira do Império Romano do Oriente, seria seu último bastião de resistência. Os vestígios mais importantes desse período são antigas igrejas de estilo bizantino, as fundações do antigo hipódromo e a grandiosa basílica de Santa Sofia. No vai e vem das Cruzadas que por ali passaram, Constatinopla iniciaria um lento declínio até cair perante o ascendente poder otomano. O ano era 1453 e o fato foi de tal forma relevante que determinou o fim do que conhecemos como Idade Média. Sob a administração otomana de líderes como Mehmet II e Solimão, o Magnífico, a cidade floresceria com a tolerância religiosa e o controle de rotas comerciais. Rebatizada como Istambul, muitos de seus atuais ícones arquitetônicos foram erguidos nesse período, incluindo a fabulosa Mesquita Azul, o Grande Mercado e o extenso Palácio Topkapi dos sultões e seus haréns. Com o fim do Império Otomano depois da I Grande Guerra, o líder político Mustafa Kemal Pasa, conhecido como Ataturk, implementaria uma série de reformas que pavimentariam a face turca atual, que mescla o chamado dos muezzins para as orações diárias e o pragmatismo secular, que é europeu, asiático, globalizado. Istambul é isso, exótica, disputada, fascinante.

Jerusalém

Poucas experiências de viagem podem se comparar a ver o dia nascer em Jerusalém. O silêncio nas encostas do Monte das Oliveiras logo é tomado pelo furor do trânsito, os chamados dos muezzins e os cânticos de bar-mitzvá no Muro Ocidental. A cidade antes coberta pela noite fria agora tinge-se de tons pastéis, com o sol iluminando de forma esplendorosa o azul e dourado do Domo da Rocha e as grandes muralhas da Cidade Velha. Dentro dela, os labirínticos mercados já estão lotados, enquanto que preces e lágrimas transformam a atmosfera ao longo da Via Crúcis e da Igreja do Santo Sepulcro. Junto ao Portão de Jaffa, o vendedor árabe de falafel divide a calçada com padres franciscanos que batem papo com um senhor de quipá levando seus filhos para a escola. Cristãos ortodoxos, evangélicos e coptas, judeus etíopes e sefarditas, muçulmanos sunitas, palestinos e israelenses. Não importa seu credo ou nacionalidade, essa é uma terra universal, disputada e fascinante. Israel, Cisjordânia ou Palestina, boa parte das origens da civilização ocidental nasceu nestas paragens. Aqui os nomes dos lugares são bem conhecidos: Monte Sião, Getsêmani, Al-Aqsa, a Cidadela de Davi. Cada passo dado, cada referência lida é pura história, a história de todos nós. Esta é uma saga que vem desde os tempos em que o rei-pastor Davi aqui estabeleceu sua capital, sendo seguido por homens como Salomão, Herodes e Saladino, que em Jerusalém transcederam os fatos para tornarem-se mito. Junto às suas muralhas o grande templo foi saqueado, Jesus crucificado e Maomé ascendeu aos céus, uma verdadeira torrente de acontecimentos que criaram tanto conflito na terra de Deus. Jerusalém provoca reflexões, marca seus visitantes.

Belém

Principalmente para os cristãos, a viagem ao Oriente Médio só pode ser considerada completa depois da visita a Belém (Bethlehem, em inglês), que fica na Palestina, a apenas 10 quilômetros da Jerusalém. Local de nascimento de Jesus Cristo, a cidade atualmente é habitada por maioria muçulmana. E é justamente por causa desse interminável conflito cultural entre os povos, a outra grande atração do lugar: o polêmico muro de separação entre os territórios israelense e palestino. A principal atração é a Igreja da Natividade, que foi construída no ano de 326 em cima do local do nascimento de Jesus de Nazaré. Depois de se abaixar para entrar por uma porta de apenas 1,25 metro de altura, o interior da construção é repleto de detalhes com certa simplicidade, que nem de longe lembram a imponência de determinadas igrejas, mas é um dos pontos mais sagrados do mundo para os cristãos e costuma ficar lotado de peregrinos. No subsolo, fica a Gruta da Natividade, e dentro dela há no chão uma estrela de prata, que marca o lugar exato onde acredita-se que Jesus nasceu. Normalmente, há fila para descer na estreita escada e tirar uma foto abaixado ao lado do ponto mais cobiçado da igreja. Ali embaixo também está o local onde a manjedoura teria ficado. Anexa à Igreja da Natividade, fica a Igreja de Santa Catarina (onde é realizada anualmente a Missa do Galo), mais nova, além de túmulos de são Jerônimo e Eusébio. Do outro lado da praça Manger está a Mesquita do Califa Omar, maior reduto muçulmano de Belém. Ali por perto, também fui na Capela Gruta do Leite (Milk Grotto Chapel), onde a tradição cristã diz que Maria teria se escondido, enquanto fugia dos romanos, para amamentar o menino Jesus, e o leite teria deixado as paredes todas brancas. Na praça principal da cidade existe um centro de informações ao turista que pode dar boas dicas e detalhes sobre os demais pontos de interesse, como o campo de refugiados de Daisha, que fica nos arredores. Por ali, também existem muitas lojas de souvenirs interessantes. Na caminhada de saída de Belém, percorremos um bom trecho ao lado do polêmico muro de separação da Cisjordânia, que começou a ser construído por Israel em 2002 com a justificativa de se evitar a infiltração de terroristas no país. A enorme barreira de concreto tem 8 metros de altura em alguns pontos, intimidadoras cercas de arame farpados em outros e é fortemente vigiada por câmeras de segurança e militares armados. Hoje, o muro tem boa parte de sua extensão do lado palestino coberta por mensagens e grafites desenhados por vários artistas (os mais famosos são do inglês Banksy), feitos como forma de protesto pela situação que isolou boa parte da população.

Caná da Galileia

A aldeia árabe de Kafr Kanna, na Baixa Galileia, é identificada na tradição cristã como Caná da Galileia. Segundo a tradição, este é o local onde Jesus realizou o milagre do vinho, quando Ele assistiu ao casamento de um casal pobre, e transformou água em vinho. Kafr Kanna foi oficialmente reconhecida pelo Vaticano no século XVII, e o papa confirmou oficialmente que Kafr Kanna é realmente Caná da Galileia. Após deste reconhecimento, a vila foi adicionada à lista de locais sagrados cristãos. Alguns pesquisadores identificam Kafr Kanna com o Caná mencionada nas antigas cartas egípcias de Amarna (de cerca de 4.000 anos atrás). De uma forma ou de outra, no período romano-bizantino (1.000 - 2.000 anos atrás), havia uma grande comunidade judaica aqui, mas, aparentemente, no período mameluco (cerca de 800 anos atrás) a maioria dos residentes de Kafr Kanna eram cristãos, embora ainda houvesse uma comunidade judaica no local. Hoje a maioria dos residentes de Kafr Kanna é muçulmana. No centro da vila existem alguns resquícios de construções antigas e tumbas. Os moradores construíram casas novas no sudeste e nordeste da antiga vila. O local mais importante da vila é a igreja católica, construída em 1879, no local tradicional do milagre do vinho. Ao lado desta igreja está a igreja greco-ortodoxa de São Jorge, construída em 1886, abrigando duas talhas de pedra que os seguidores greco-ortodoxos acreditam que sejam os jarros em que Jesus realizou o milagre do vinho. Há também uma igreja em homenagem a São Bartolomeu, construída, segundo a tradição, no local da casa de Nataniel de Caná (São Bartolomeu), um dos discípulos de Jesus. Cerca de 200.000 turistas visitam Kafr Kanna anualmente. Inspirada pelo milagre do vinho, desenvolveu-se uma tradição de realizar casamentos neste local, bem como renovar os votos do casamento para fortalecer a união, e os visitantes costumam vir até aqui para comprar vinho. A rua das igrejas, no centro da aldeia, foi reformada, e um passeio foi construído para ligar os centros religiosos. Pequenas praças foram construídas ao longo do passeio com locais de descanso, e as fachadas e pátios dos edifícios receberam novos e atraentes acabamentos. A infraestrutura foi construída ao longo do passeio para instalações comerciais e hotéis, assim os visitantes poderão combinar o conforto do turismo moderno com a sua experiência religiosa.

Acre

Prepare-se para percorrer uma cidade construída sob e sobre a terra. Um dos mais impressionantes sítios arqueológicos de Israel está localizado na Cidade Antiga de Acre (Old City of Akko), na região da Galileia. Construída sob influência de vários povos e religiões que dominaram a região, a capital do antigo Reino de Jerusalém hoje é considerada pela UNESCO um Sítio do Patrimônio Mundial. A Cidade Antiga de Acre guarda características que remontam aos Assírios, Persas, Fenícios, Romanos, Bizantinos e tantos outros que tentaram dominar a região. Até Napoleão Bonaparte integra o grupo dos conquistadores (no caso dele, uma tentativa frustrada). O que pode ser visto hoje no sítio histórico são os túneis subterrâneos e a cidade murada construídos pelos Cruzados e Otomanos, entre os séculos XII a XIII e XVIII a XIX. Caminhar entre as vielas, subterrâneos e fortalezas é sentir-se totalmente integrado à história de Israel. Em Acre, os visitantes são convidados a visitar túneis usados por cavaleiros templários; grandes salões ocupados pelos Cruzados; salas de banhos turcos; igrejas, mesquitas e sinagogas que refletem a diversidades dos povos que já viveram na cidade; animados mercados de rua e incríveis dutos subterrâneos. Um vídeo no centro de visitantes explica toda a conturbada história do local e torna mais clara a visita aos sítios históricos. Aproveite também para percorrer a região do porto e curtir um dos deliciosos restaurantes da cidade.

Cesareia Marítima

À beira do Mar Mediterrâneo esconde-se um paraíso arqueológico de Israel. A antiga cidade portuária de Cesareia Marítima (fundada sobre um pequeno porto fenício), que data de aproximadamente 2.300 anos, foi presente de Augusto César ao Rei Herodes. O nome, homenagem àquele imperador, permance até hoje. O lugar, construído para ser um rico e moderno porto, abrigava também um hipódromo, um anfiteatro, torre de observação, grandes templos, casas de banho e um incrível aqueduto. Tudo com a mais bela vista do profundo azul do Mediterrâneo. Ao longo da história, Cesareia foi alvo de muitas disputas. Construída pelas mãos dos romanos, foi casa de Pontius Pilatus (segundo inscrições encontradas no local); importante cenário do cristianismo (segundo a tradição foi em Cesareia que o centurião romano Cornélius foi batizado); invadida pelos Persas; depois tomada pelos Cruzados e posteriormente foi reconquistada pela Inglaterra. Depois de tantas disputas, o que sobrou da cidade foi transformado em Parque Nacional e é um dos passeios imperdíveis para quem visita Israel. Muitas construções ainda estão de pé, e para ver como Cesareia se transformou ao longo da história, um vídeo é apresentado aos visitantes com todos os detalhes da magnífica cidade. Além do sítio arqueológico (que também pode ser visitado por grupos de mergulhadores), os visitantes poderão desfrutar de restaurantes com uma das mais lindas vistas do país, assim como uma das melhores praias de Israel aos pés do aqueduto. Durante o verão, shows de música são apresentados no anfiteatro, que reproduz o espaço original da cidade.

Emaús

Sobre o lugar onde Jesus se manifestou a dois discípulos após sua ressurreição, dos quais um de nome Cléofas, o Evangelho precisa o nome (Emaús), o qualifica como vila e dá a distância de Jerusalém como sendo de 60 estádios, segundo os melhores códices, (correspondentes a 11 km). Apesar destas descrições, em diversos períodos, existiram vários pretendentes ao título de lugar autêntico da Emaús evangélica: dentre estes lugares, “el_Qubeibeh” foi reconhecida pela tradição como autêntica atráves dos últimos 700 anos até hoje. A igreja antiga, a patir do século III (Orígenes, Eusébio, Jerônimo, etc.), identificou, por sua vez, o vilarejo de Cleofas com o vilarejo de Emaús (Nicopolis, 70 d.C.), lembrada na história dos Macabeus (1Mac 3,40.57; 4,3; 9,50). No entanto, é importante notar que o nome do lugar correspondia com o relato bíblico, mas não a qualificação e a distância, por isso se encontra em alguns códices bíblicos 160 estádios (correspondente a 30km). No período cruzado (séc. XII), se procurou um lugar com a exata distância de Jerusalém e deste modo foi proposto o castelo de Fontenoid (antiga Kiriat-learim, atual Abu Gosh), mas esta nova localização de emaús não foi reconhecida, em contrapartida, a tradição de el_Qubeibeh permaneceu a única mais digna de crédito desde o século XIV e foi também seguida pelos franciscanos. A situação topográfica do vilarejo situado sobre uma das estradas que provinham de Jerusalém, pode ter influenciado na escolha do lugar, assim como a possível persistência das tradições populares.

Jericó

Jericó ainda é considerada a cidade mais antiga do Mundo, e segundo a grande maioria dos arqueólogos que já escavaram ali, sua primeira organização urbana teria começado por volta 11 mil anos atrás ainda durante a pré-história. A palavra Jericó em Hebraico é Yericho, ou seja, casa do deus da lua. Mas o seu significado contradiz justamente o que os arqueólogos pensam ter descoberto, a torre pré-histórica cujo o interior está voltado para o nascer do sol.

Beit Shean

Beit Shean é o maior sítio arqueológico de Israel e um dos maiores de todo o Oriente Médio. O monte bíblico(Tel Beit Shean) com cerca de 50 metros de altura, tem uma vista espetacular da cidade grande a seus pés e do vale de Bet Shean e do vale do Jordão. Outras atrações incluem o magnífico teatro romano com 7.000 lugares, o anfiteatro, onde gladiadores lutavam, o um balneário bizantino, e o principal, o cardo que é a rua principal do período romano que está repleta de colunas. Um veículo está disponível para levar os visitantes ao redor do perímetro, parando nos locais principais. Abaixo a subida ao monte bíblico.

Mar da Galileia

O nome é extremamente familiar quando se pensa na Bíblia. Foi no Mar da Galileia-que na verdade é um lago com pouco mais de 20 km de extensão-que Jesus teria começado a pregar para os seus seguidores. Às margens do que hoje é a principal fonte de água de Israel, Jesus teria realizado vários milagres, como caminhar sobre as águas e a multiplicação de pães e peixes. O Mar da Galileia (ou Lago Kineret) hoje é ponto turístico, especialmente para os peregrinos. Diversos sítios relacionados à Bíblia e à vida de Jesus estão localizados à margem deste lago. Os principais locais para visitação na região são o Monte das Beatitudes, onde está a Igreja da Bem Aventurança; a Igreja da Primazia de Pedro; a Igreja da Multiplicação dos Pães e Peixes; o barco da época de Jesus exposto no Kibutz Ginossar; o sítio arqueológico de Cafarnaum, onde estaria uma sinagoga que Jesus teria usado para pregar aos seus discípulos; o Rio Jordão, onde Jesus teria sido batizado; e o sítio de Magdala, cidade natal de Maria Madalena. Além de Tiberíades, a maior cidade às margens do lago. Além das visitas ligadas ao cristianismo, o Mar da Galileia oferece boas praias-entre elas a Reserva Natural Beit Tsida e as águas termais de Hamat Gader-onde é possível relaxar e praticar esportes aquáticos. Outra opção são os tradicionais restaurantes, onde se pode desfrutar dos peixes encontrados em abundância nas águas desse lago, especialmente o Saint Peter, que ganhou nome em homenagem a um dos apóstolos. E para aproveitar a linda vista durante o pôr do sol, nada como um passeio de barco pelas mesmas águas desbravadas por Jesus.

Mar Morto

Talvez por ser algo único no gênero, o Mar Morto é uma das mais interessantes atrações de Israel e da Jordânia, países que o dividem ao meio. Com 60 quilômetros de comprimento por 15 quilômetros de largura em sua extensão máxima, tem a aparência de uma lagoa – seu nome surgiu por volta de do século 2. Alimentado pelo rio Jordão, tem uma quantidade de sal dez vezes maior do que a dos oceanos e fica a 470 metros abaixo do nível do mar, sendo a mais profunda depressão terrestre do planeta. Isso se traduz assim: os peixes morrem e os banhistas conseguem até ler um livro flutuando em suas águas. A sensação é indescritível, daí o sucesso de seus balneários. Embora tenha uma boa infraestrutura hoteleira, o Mar Morto fica numa região desértica e, durante o verão, o tempo é insuportavelmente seco. Recomenda-se, inclusive, ficar apenas 15 minutos na água. Há lugares para os turistas passarem o dia, com pagamento para entrar na praia e aluguel de toalha à parte. Em ambos os lados há spas, resorts e clínicas terapêuticas que oferecem tratamentos à base das lamas e das azeitadas águas do Mar Morto, ricas em mais de 35 tipos de minerais, o que alimentou também uma indústria cosmética. Uma das melhores marcas de Israel, a Ahava, possui uma loja de fábrica na estrada que beira o Mar Morto, próximo à cidade de Mitzpe Shalem. Por uma série de motivos o tamanho da lâmina d’água do Mar Morto vem sendo reduzida ano a ano. Uma das principais razões é o desvio do curso de seu principal tributário, o rio Jordão, para projetos de irrigação. Enquanto as autoridades não se decidem como melhor lidar com um inevitável desastre ambiental, a região possui uma desoladora beleza, que inclui também o oásis de Ein Gedi e seu conhecido kibutz e a fortaleza de Masada, símbolo da resistência judia à dominação estrangeira.

Monte das Beatitudes

Foi à beira do Mar da Galileia, aos pés do Monte das Beatitudes (ou Monte das Bem-Aventuranças), que Jesus Cristo pregou aos seus seguidores o Sermão da Montanha. Segundo a tradição cristã, esse foi um dos locais escolhidos por ele para transmitir os seus ensinamentos ao povo. Entre as cidades de Tabgha e Cafarnaum, o local descrito na Bíblia hoje abriga belos jardins e a pequena Igreja das Beatitudes, construída em 1938. O local, em formato octogonal, lembra as oito Beatitudes. O interior é simples, com altar central e cadeiras ao redor. O destaque fica para os belos mosaicos no piso, também do lado de fora da igreja e que representam justiça, fortaleza, temperança, prudência, fé, esperança e caridade. Muitos grupos de cristão aproveitam a ampla área externa para realização de cerimônias e rituais.

Monte Tabor

Monte Tabor (também conhecido como monte da Transfiguração) é uma imponente colina da Galiléia, que atinge 575 metros acima do nível do mar, proporcionando uma visão panorâmica incrível do Mar da Galiléia. Foi no topo do Monte Tabor que, segundo o Evangelho, ocorreu a transfiguração de Jesus Cristo.

Nazaré

Geograficamente, Nazaré está situada em um vale no sudeste da Galileia, a 157 quilômetros ao norte de Jerusalém. Historicamente, foi aqui que o Anjo Gabriel anunciou à Virgem Maria que ela geraria uma criança e onde Jesus passou sua infância com os pais. Segundo centro de peregrinação mais procurado de Israel (depois de Jerusalém), Nazaré reúne uma das maiores concentrações demográficas de árabes em Israel, muçulmanos e cristãos, em seus 65 mil habitantes. Igrejas, monastérios e conventos são mantidos por diferentes denominações religiosas, como católicos romanos, anglicanos, ortodoxos gregos e protestantes. No local onde Gabriel teria aparecido a Maria, desde 1969 existe a Basílica da Anunciação, um dos pontos mais visitados da cidade – a gruta em seu interior é a área mais sagrada de lá. Um dia é suficiente para conhecer Nazaré. Não deixe de fazer uma visita ao tradicional mercado árabe e, caso queira prosseguir na rota religiosa, há ainda a Igreja de São José, ao norte, próximo ao convento dos franciscanos, construída em 1914, e, na mesma região, a Igreja de São Gabriel, datada de 1787.

Rio Jordão

O Rio Jordão é um rio de grande importância para o cristianismo, localizado na Terra Santa. Divide Israel e a Jordânia. O rio termina desaguando no Mar Morto. É uma das principais fontes de água de Israel e para a Jordânia. Segundo os relatos dos Evangelhos, João Batista pregava nos entornos do rio Jordão. Também foi o local em que Jesus foi batizado. Além disso, é nas suas proximidades que aconteceu o período das Suas tentações.

Tel Aviv

Entre 1948 e 1950, Tel-Aviv foi capital de Israel, mas, por razões políticas, Jerusalém assumiu o posto desde então. No entanto, Tel-Aviv concentra o maior número de embaixadas e consulados e é a capital cultural, industrial e comercial do país. Bem mais liberal, moderna e cosmopolita, se livrou do peso da tradição e da história do povo judaico. Por isso, sente-se uma tranquilidade maior nas ruas, vê-se um povo mais sintonizado com a diversidade e, em suas praias, moradores disputam um pedaço de areia, cercadas de bares e restaurantes descolados e hotéis cinco-estrelas. Não há ruínas nem monumentos religiosos e, por isso, a cidade está mais plugada na diversão (inclusive noturna) e em atrações como museus, teatros e parques bem arborizados – há, inclusive uma parada do orgulho gay, que ocorre em junho. As ruas Ben Yehuda e Dizengoff são boas opções para compras. A parte antiga de Tel-Aviv se chama Jaffa (ou Yafo, em hebraico) e fica a cerca de 30 minutos a pé do centro. Essa área da cidade, tomada pelos israelenses dos palestinos em 1954, embora judaica, ainda mantém o espírito de seus antigos “donos”, presente nos restaurantes de culinária árabe e na Mesquita Mahmudiya, de 1812, com seu imponente minarete. Prepare a câmera: do alto de Jaffa, tem-se uma das mais belas vistas de Tel-Aviv banhada pelas águas azuis do Mediterrâneo.

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O que Inclui

Passagens aéreas

voando Turskish / São Paulo/Istambul*/Tel Aviv/Istambul/São Paulo em classe econômica

Hospedagem

categoria turística superior

Meia pensão

Café da manhã e jantar no hotel

Entrada antecipada (Early Check-in)

no Hotel em Tel Aviv na madrugada do dia 16 de outubro, incluindo café da manhã

3 almoços em rota

Beatitudes, Holyland e Notre Dame

Traslado privativo

nas chegadas e nas partidas

Resort no Mar Morto

Lazer com 1 diária no hotel SPA RESORT

Tour completo

por Israel e Istambul

Guia especializado

falando português

Guia acompanhante

desde o Brasil

Auriculares

para alguns passeios

Passeio de barco

pelo Mar da Galileia

Carregador de malas

(uma por pessoa )

Missas

Celebrações eucarísticas em locais sagrados

Hospedagem

4 noites de acomodação em Istanbul em Hotel 3 estrelas superior no lado antigo da cidade

Refeições em Istambul

4 Cafés da manhã, 2 Almoços e 4 jantares no hotel

Veículo Privativo

com motorista, ar condicionado e wifi

Ingressos

para parques, museus, palácios e demais atrações históricas mencionadas no roteiro

Kit do Peregrino

O que não Inclui

Bebidas nas refeições; Almoços (exceto nos dias indicados em Israel); Telefonemas, lavanderia, consumo de frigobar; Tudo que não estiver indicado no item “Serviços Incluídos”.

Roteiro Dia a Dia

1º Dia 15 Out (Seg)

Guarulhos / Istambul

Apresentação no aeroporto de Guarulhos às 00h10’ para embarque com destino a Tel Aviv, saída no voo às 03h25’ ( conexão na Turquia / Istambul.)

Chegada em Istambul Às 21:50h( local). Conexão com destino a Tel Aviv, saída no voo às 23h45´.

Café da manhã e almoço à bordo.

2º Dia 16 Out (Ter)

Istambul / Tel Aviv (avião)

Chegada em Istambul as 01h50. Recepção e traslado ao Hotel. Hospedagem.

Café da manhã no hotel e dia livre para descanso, banho de mar, fotografias, compras, etc… .

Às 16h00’ Visita à Jafa ou Jope foi descrito em “Atos”, visita á Igreja de São Pedro. Celebração da Eucaristia. Jantar no hotel.

3º Dia 17 Out (qua)

Tel Aviv / Mediterrâneo / Galileia

Café da manhã e partida para costa do Mediterrâneo visitar: Cesareia Marítima que foi a capital dos governadores romanos, a cidade de Haifa localizada no Monte Carmelo onde se encontra Mosteiro Carmelita de Stella Maris. Passeio pela pitoresca cidade de São João de Acre. Celebração da Eucaristia no Mosteiro Carmelita de Stella Maris. Hospedagem e Jantar no hotel

4º Dia 18 Out (qui)

O Mar da Galileia e Região

Café da manhã. O dia começa com um passeio de barco através do Mar da Galileia. (local onde Jesus andou sobre as águas) ; depois de contornar o lago, visita a Tabga, local do Milagre da Multiplicação dos Pães e Peixes e do Primado de São Pedro, continuação ao Monte da Boas Aventuranças, almoço no Monte das Bem Aventuranças, a Cafarnaum, que é chamada a cidade de Jesus. (Celebração da Eucaristia no Monte das Bem Aventuranças) Jantar no hotel.

5º Dia 19 Out (sex)

Caná / Nazaré / Naim / Monte Tabor

Café da manhã e partida para as montanhas de Nazaré e visita à Igreja de Caná da Galileia, onde foi realizado o primeiro milagre de Jesus transformando água em vinho e importante diálogo de Jesus com sua mãe, neste local realizaremos a renovação do matrimônio. Continuação a Nazaré almoço no restaurante Holyland. Visita a Basílica da Anunciação e a Igreja de São José, logo após, seguiremos para Naim, local onde o Senhor ressuscitou o filho único da viúva (Lucas 7.11-17). Visita à igreja em Naim. Continuamos para o Monte Tabor, local de muita espiritualidade ou seja onde Jesus se transfigurou diante de três dos seus discípulos, (Celebração da Eucaristia na Igreja da Anunciação) Jantar no hotel.

6º Dia 20 Out (sab)

Beit Shean / Qumran / Mar Morto

Café da manhã e partida para Beit Shean / Scythopolis -um dos mais belos locais arqueológicos de Israel, situada entre jeszreel e o vale do Jordão assim como Jericó foi ocupada era ocupada ao longo da história, depois de derrotar Saul e seus filhos no monte Gilboa, os filisteus pregaram seus corpos nas paredes de Beit Shean. Durante o período a cidade foi renomeada como “Scythopolis ; continuação à Qumran visita e observação das cavernas lugar onde os Essênios viveram e também foram encontrados os famosos manuscritos do Mar Morto no deserto da Judéia o lugar mais baixo do mundo (400 metros abaixo do nível do mar). Chegada e hospedagem no hotel no Mar morto. Jantar no hotel.

7º Dia 21 Out (dom)

Kasser el Yahud / Jericó / Betânia / Jerusalém

Café da manhã tempo livre para aproveitarmos as piscinas com água do mar morto. Partida para Kasser el Yahud, lugar de Batismo de Jesus. Continuação a Jericó, a cidade mais antiga do mundo e a primeira cidade que foi conquistada pelos filhos de Israel, quando eles voltaram do cativeiro egípcio. Subida em Teleférico ao Monte das Tentações. Seguiremos viagem passando por Betânia, para visitar a Casa de Marta e Maria (irmãs de Lázaro). (Celebração da Eucaristia na igreja de São Lázaro). Continuação a Jerusalém. Hospedagem e jantar no hotel.

8º Dia 22 Out (seg)

Jerusalém - Ein Karem / Belém

Café da manhã e saída para o bairro de Ein Karem lugar de nascimento de João Batista e visita às igrejas de São João e a Igreja da Visitação. Continuaremos a Belém para visita a Basílica, Gruta da Natividade e o Campo dos Pastores. Retorno a Jerusalém. (Celebração da Eucaristia na Igreja de São João ). Jantar no hotel.

9º Dia 23 Out (ter)

Monte das Oliveiras / Monte Sião

Café da manhã e visita ao Monte das Oliveiras e as primeiras explicações sobre a cidade de Jerusalém: local da Ascensão, a Gruta do Pater Noster, Capela Dominus Flevit, descendo a montanha chegaremos ao Jardim do Getsêmani local da Basílica da Agonia e a Gruta da traição. prosseguimos para o Monte Sião para visitar o túmulo do Rei David, o Cenáculo (lugar da Última Ceia) Abadia da Dormição da Virgem e da Igreja de São Pedro em Gallicantu. (Celebração da Eucaristia em São Pedro Gallicantu). Jantar no hotel.

10º Dia 24 Out (qua)

Jerusalém - a cidade das muralha

Café da manhã, e saída para a cidade das muralhas, entraremos por uma das portas da cidade fortificada percorremos as estações da Via Sacra até a chegada na Igreja do Santo Sepulcro. Visita o Muro das Lamentações e a região do Monte do Templo seguindo para a Igreja de Santa Ana , a piscina almoço no restaurante Notre Dame, seguindo para a parte moderna de Jerusalém: parada em frente do Parlamento (Knesset), onde está o grande Candelabro, visita ao Santuário do Livro e à maquete de Jerusalém, finalizando no Museu de Israel. (Celebração da Eucaristia na Igreja do Santo Sepulcro). Jantar no hotel.

11º Dia 25 Out (qui)

Jerusalém - Emaus – Tel Aviv – Istambul

Café da manhã e a hora determinada traslado ao aeroporto, no caminho faremos uma parada em Emaús (celebração da Eucaristia). Continuação a Tel Aviv para embarque com destino à Istambul. Chegada em Istambul, encontro com assistência especializada. Traslado para o hotel. Acomodação. Jantar no hotel.

12º Dia 26 Out (sex)

Istambul

Café da manhã. Visita a Aya Sophia, museu que ja foi sede de uma igreja católica e posteriormente de uma mesquita, lugar único que abriga harmoniosamente vestígios cristãos e islâmicos. Continuamos a visita ao Palácio de Topkapi, morada dos sultões durante grande parte do império Otomano. Passaremos pelo antigo Hipódromo Romano onde eram realizadas as corridas de biga. Parada para o almoço em um restaurante local. Após seguiremos para a Mesquita Azul, a única com seis minaretes, quantidade que somente os lugares mais sagrados podem ter e seus 21 mil azuleijos de Iznik. No final da tarde traslado ao hotel para acomodação. Jantar no hotel.

13º Dia 27 Out (sab)

Istambul

Café da manhã no hotel. Faremos um agradável cruzeiro pelas margens europeia e asiática do Bósforo. Parada para o almoço em um restaurante local, logo após seguiremos ao Grand Bazar, o mais antigo centro de compras do mundo ainda em funcionamento pleno. No final da tarde traslado ao hotel. Jantar no hotel. A noite, sairemos para assistir ao show dos Derviches Dançantes. Após o show, retorno ao hotel. Hospedagem.

14º Dia 28 Out (dom)

Istambul

Café da manhã. Dia Livre para visitas pessoais e a gosto. Jantar no hotel.

15º Dia 29 Out (seg)

Istambul / São Paulo

Café da manhã In Box. Em horário determinado traslado ao aeroporto de Istambul para embarque com destino a São Paulo. ( saída no voo às 09h30’ )

Chegada à São Paulo às 16h55. Recepção e tempo livre para compras no free shop

Fim de nossa viagem.

Vôos Previstos

N. Voo Data Partida / Chegada Horário
TK 016 15/out São Paulo (GRU) – Istambul*  03h15/21h50
TK 810 15/out Istambul – Tel Aviv 23h45/01h50
TK 787 25/out Tel Aviv – Istambul  16h35/18h55
TK 015 29/out Istambul – São Paulo (GRU) 10h35/19h20

Hotéis Previstos

Categoria Turistica Superior em Israel e Primeira em Istambul
Nas cidades de Tel Aviv; Tiberias, Mar Morto, Jerusalém; Istambul

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